festeja a ceia do Senhor

"Eu sou esse pão vivo que veio do Céu." (Jo 6,51)

O que é a eucaristia?

A Eucaristia é o sacramento mais especial que tem a Igreja. Nele a Igreja vive e cresce continuamente, recebendo o próprio Jesus Cristo. O sacrifício eucarístico, memorial da morte e ressurreição de Jesus, é o cume e a fonte de todo o culto e da vida cristã.
Na verdade, a Eucaristia é o centro da vida cristã. Não é possível compreender a existência de católicos que não se alimentam e não vivem da Eucaristia.

Na Paróquia de Palhais/Santo António valorizamos celebrações dignas, com participação de todos os fiéis, que deixem brilhar a existência de verdadeira comunhão entre todos.

Para que a Eucaristia se celebre com dignidade e harmonia, é requerida uma adequada preparação.
Sugerimos que chegues antes da hora à igreja e te sentes comodamente. Eleva o teu coração ao Alto e reza um bocadinho. Pede que o Espírito Santo esteja contigo e te mantenha desperto ao longo da Eucaristia, para que a vivas o melhor possível.
Está atento aos sinais e palavras da Eucaristia: há sempre novidades! Deus fala-te!

É desejo da Igreja que toda a gente possa comungar regularmente.
A primeira condição colocada à pessoa que vai receber é estar em graça. Se está em pecado grave deve arrepender-se e confessar-se antes. O ato penitencial, situado no começo da missa, não substitui a confissão.
O Direito da Igreja diz “não sejam admitidos à sagrada comunhão os excomungados (…) e outros que obstinadamente perseveram em pecado grave manifesto”. Ou seja, pessoas que estão em situação de pecado conhecido publicamente. O ideal é falar com o Pároco num diálogo franco e sincero.
O jejum de 1 hora antes da confissão não é obrigatório para doentes ou pessoas com mais de 59 anos de idade.
Cada pessoa é livre de comungar na boca ou na mão, de joelhos ou de pé. O importante é que se mantenha o respeito pela Eucaristia.

Pode receber a primeira comunhão quem tem conhecimento suficiente acerca da eucaristia e foi preparado para receber com fé e devoção o Corpo do Senhor.
A responsabilidade da preparação está nos pais/padrinhos da criança. Estes podem aproveitar a ajuda da Paróquia, nomeadamente pela catequese existente.
O pároco certificar-se-á que as crianças estão devidamente preparadas (catequese, confissão regular, fé, devoção, etc.).
No caso de jovens, devem participar no Life Teen. Os adultos, nos momentos de formação existentes na Paróquia.

A pessoa celíaca deve apresentar ao Pároco um documento do médico. O Pároco tratará do assunto rapidamente.

A Eucaristia é a oração de todo o Povo de Deus, como garante o próprio Jesus (“por vós e por muitos, para remissão dos pecados”).
Os fiéis têm o direito de pedir que se reze de modo especial pelas suas intenções na missa. Deste modo, são livres de solicitar àquele que preside à Eucaristia que aplique a celebração do sacrifício eucarístico pela intenção que pede. Contudo, o presidente da celebração pode não conseguir aceder ao pedido, pois poderá ter já outro compromisso semelhante, pois existem celebrações com uma só intenção e outras com pluralidade de intenções.
Podem ser intenções pelos vivos ou pelos defuntos (exemplos: pela saúde de alguém; por alguém que tenha falecido para que se encontre com o Salvador; para agradecer alguma graça como o nascimento de um filho ou neto; num aniversário natalício; num aniversário de matrimónio; pedindo a paz ao mundo; etc).
Podes fazer o teu pedido de oração na sacristia, antes da Missa, no Cartório, por email ou telefone.
Associado ao pedido, os fiéis são convidados a contribuir, através de uma oferta livre, para a missão da Igreja e participar no cuidado da mesma em sustentar os seus ministros e as suas obras (materiais e espirituais). A título indicativo, foi estabelecido pelos Bispos que o valor do estipêndio é de 10 €. Contudo, ninguém deixe de solicitar o seu pedido mesmo que não tenha possibilidade de dar qualquer oferta: não é por isso que deixamos de rezar pelas nossas intenções, pelos nossos amigos, pelos nossos defuntos…
Em cada missa, o sacerdote reza por todas as intenções, mas apenas fica com o valor de um estipêndio. O resto dos estipêndios são entregues a Missionários, a Paróquias que têm dificuldades, aos sacerdotes que estão em Missões no estrangeiro, à Diocese, etc.